terça-feira, 31 de maio de 2011

PARTE II da reportagem sobre "Pensamentos Positivos"...


Boa Leitura!


Isso faz sentido?

A Ciência de um modo geral, vê o assunto com desconfiança, uma vez que faltam trabalhos acadêmicos reconhecidos para comprovar que essas teorias realmente funcionam. Em geral, os autores costumam apresentar muitos relatos de pessoas que afirmam ter tido sucesso com as técnicas de Pensamento positivo – mas relatos isolados não provam nada, por mais incríveis que sejam. Existem normas que devem ser seguidas para um estudo ser levado a sério. É preciso observar o fenômeno, criar uma hipótese para explicá-lo, depois coletar dados relacionados àquilo que se estuda e, por fim, testar se a hipótese é realmente verdadeira. Esse processo pode demorar alguns anos.

O problema é que as teorias sobre o pensamento positivo costumam se apropriar de conceitos científicos para validar idéias que, como acabamos de falar, estão fora do campo da ciência. Nesse caso, a crítica mais aguda vem de áreas como a física e a neurociência. “Muitos tomam uma teoria e tentam generalizá-la para tudo”, diz o neurofisiólogo Roque Magno de Oliveira, professor da UnB.

Um exemplo é o uso do conceito de energia, que passou a significar algo diferente do que diz a física. “Na verdade, essas pessoas consideram energia aquilo que eu considero empatia. Isso não tem nada a ver com física, e sim com a psicologia das relações humanas”, afirma o físico Ernesto Kemp, professor do Instituto de Física da Unicamp. A física também rejeita a badalada Lei da Atração, que diz que os pensamentos criam campos energéticos à nossa volta. “O pensamento como energia, como uma espécie de campo que age a distância, é algo que nunca foi comprovado cientificamente”, explica Adilson José da Silva, professor do Instituto de Física da USP. Ou seja, nunca ninguém detectou esse tal “campo energético”. É verdade que, no cérebro humano, ocorrem estímulos elétricos o tempo todo. Mas, segundo Ernesto Kemp, os pulsos elétricos liberados durante as sinapses são tão fracos que a probabilidade de o campo eletromagnético que você está gerando com suas sinapses interagir com o de outras pessoas é nula.

Os neurocientistas, por sua vez, concordam que o estado de ânimo pode, sim, influenciar o nosso organismo de várias maneiras. Os hormônios associados ao estresse têm grande influência na consolidação da memória. Ou seja, a idéia de que pensar positivo faz bem não é absurda. “Quando estamos muito estressados, o nível dos hormônios secretados é alto e influencia negativamente esse processo”, afirma o neurocientista Martin Cammarota, pesquisador do Centro de Memória da PUC de Porto Alegre. De acordo com ele, não temos controle total sobre nosso cérebro nem sobre os processos químicos e celulares que ocorrem nele. “O ser humano é uma soma de circunstâncias. Por mais que você pense positivo, seus níveis de colesterol no sangue não vão diminuir somente em conseqüência disso”, ressalta. No caso do colesterol, dieta e exercícios são algumas das circunstâncias a ser consideradas.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pensamento Positivo

Boa tarde, Pessoal...

Ao longo desta semana, estarei publicando uma reportagem de 5 partes sobre "PENSAMENTOS POSITIVOS" da repórter Michelle Veronese.
Não deixem de conferir os temas abordados durante a semana, pois o tema é bastante polêmico e o estudo bastante aprofundado sobre a questão abordada!

Boa leitura!


"Muito se fala que a mente move montanhas. Você seria um ímã e atrairia tudo o que desejasse. A boa fortuna estaria ao alcance de suas mãos (ou melhor, da sua cabeça). Será? Uma atitude otimista faz um bem danado, sim. Mas ninguém consegue ficar rico só com a força do pensamento. Saiba como isso funciona

Pense. Em qualquer coisa. Numa casa, por exemplo. Imagine-a pintada de branco, com janelas azuis e cercada por um terraço com escadas que levam a um jardim. Ali estão margaridas, girassóis e uma árvore frondosa.

Nos 10 segundos que você levou para chegar até aqui, uma avalanche de sinais nervosos ocorreu no seu cérebro. No córtex (camada periférica dos hemisférios cerebrais), milhares de neurônios foram acionados e trocaram informações em frações de segundo. Arquivos de memória foram vasculhados e, sem que você pudesse controlar ou prever, a imagem de uma casa surgiu em sua mente. Por isso, você deve ter sentido um bem-estar, uma vontade de possuir essa casa de verdade.

Dentro de nossa caixa craniana ocorrem milhares de outros processos – esse que você acabou de perceber é o que podemos chamar de pensamento positivo, uma idéia que, nas prateleiras das livrarias, vem ganhando contornos de magia. Basta ter uma atitude otimista para atrair o que deseja. Dinheiro, amor, saúde, sucesso. Tudo. Qualquer coisa pode estar ao seu alcance se você pensar positivamente, com firmeza, dizem os autores de auto-ajuda.

“Aquilo em que você mais pensa ou se concentra se manifestará”, garante Rhonda Byrne. Essa australiana de 52 anos alega ter desenterrado uma verdade preservada a sete chaves por sábios, filósofos, cientistas e gente de sucesso. E revelou sua descoberta no filme O Segredo, que vendeu mais de 2 milhões de cópias em dvd no mundo inteiro. O livro homô­nimo, lançado por ela, também virou um fenômeno de público, com 6 milhões de exemplares vendidos em apenas um ano. Byrne resume o que descobriu em frases de efeito como: “Sua realidade atual ou sua vida atual é resultado dos pensamentos que você tem”. Hoje, uma legião de fãs segue seus ensinamentos.

Esse mistério alardeado por Byrne não é nenhum segredo. Já faz tempo que diversos escritores têm divulgado as benesses do pensamento positivo. Um dos primeiros a falar sobre o assunto, Norman Vicent Peale, autor de O Poder do Pensamento Positivo, em 1952 já dizia: “Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo”. Hoje, a lista de livros que ensinam a usar os poderes da mente é quilométrica. Há o médico indiano Deepak Chopra (As Sete Leis Espirituais do Sucesso), o casal de videntes Esther e Jerry Hicks (Peça e Será Atendido), a palestrante motivacional Sandra Taylor (A Ciência do Sucesso), apenas para citar alguns dos mais badalados. Outro autor conhecido é o físico Amit Goswami (O Universo Consciente), cujo livro inspirou o filme Quem Somos Nós? (2005), espécie de documentário de auto-ajuda que recorre à física quântica para falar dos potenciais da mente.

Em comum, todas essas teorias têm o fato de recorrer a argumentos científicos para afirmar que é possível fazer o cérebro funcionar a nosso favor e gerar resultados surpreendentes. No caso da física, especialmente da física quântica, os autores nos comparam o tempo todo com elétrons.

Bastaria utilizar a técnica correta para colhermos os benefícios na saúde, trabalho e relacionamentos. É bom lembrar que, aos olhos da quase totalidade dos cientistas, essas teorias não fazem sentido nenhum. Por outro lado, a todo instante, deparamos com situações que parecem mostrar o contrário. O que dizer, por exemplo, de pessoas que parecem ter descoberto a fórmula secreta do sucesso e realmente se dão muito bem em tudo o que fazem? Ou dos otimistas a quem nada parece abalar? Ou ainda daqueles que dizem ter vencido doenças graças à atitude mental positiva? Relatos não faltam. Pois bem. Dentro deste caldeirão em que tudo parece ter o pensamento positivo como pano de fundo, você vai descobrir o que se fala a respeito, o que é fantasia, o que já foi comprovado e o que ainda permanece um mistério.

O que se diz por aí

Peça, acredite e receba. Simples assim é a fórmula apresentada por Rhonda Byrne, autora de O Segredo. “No momento em que você pede alguma coisa, e acredita, e sabe que já a tem no invisível, o Universo inteiro se move para deixá-la visível”, diz. No livro e no filme de mesmo nome, não faltam relatos de gente que conseguiu a cura de doenças, o amor ideal ou até um colar de diamantes como num passe de mágica. O segredo ensinado por Byrne é observar o Universo como uma lâmpada mágica – e se comportar como o Aladim. Ao esfregar a lâmpada – ou seja, ao pensar positivamente – seus desejos se materializariam.

Na base dessa afirmação, está a crença de que os pensamentos são magnéticos e emitem uma freqüência poderosa capaz de influenciar as pessoas e coisas à nossa volta. De acordo com esse raciocínio, quando você pensa positivo, entra numa freqüência positiva e atrai coisas benéficas para a sua vida – o pensar negativo, segundo Byrne, causa o efeito inverso.

O guru indiano Deepak Chopra, outro astro que ensina como usar a mente positiva em seu benefício (ele orienta celebridades como Madonna), usa outro discurso para atingir o mesmo fim, ou seja: saúde, sucesso e riqueza. Segundo ele, o corpo deve ser entendido como um campo de energia que precisa estar em equilíbrio. Suas técnicas de meditação ajudariam na tarefa de chegar lá.

São centenas de teorias para quem deseja potencializar a mente. Os autores vêm de áreas diversas, da gestão de carreiras e esportes, passando pelo espiritismo e pela psicologia. Muitos afirmam ser especialistas em “potencializar a mente” e na “transformação pessoal”. Geralmente, elaboram suas teorias a partir das próprias experiências de sucesso e auto-superação. Dentro dessa babel de ensinamentos, porém, algumas idéias acabam se repetindo. É o tripé energia, magnetismo e holismo.


E amanhã... PARTE II

quinta-feira, 26 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011



FELIZ ANIVERSÁRIO THATHI!!!

Que esta data se repita por muitos e muitos anos!

terça-feira, 17 de maio de 2011

Lavanderia de Jeans – Tudo sobre os processos de lavagem

REPORTAGEM "Comunidade de Moda".

Estivemos em Maringá – PR para conhecer um pouco mais deste fantástico polo de moda que é o oeste do Paraná. Maringá, Cianorte e Londrina somados, representam uma enorme fatia da produção de moda do Brasil.

Nesta matéria queremos mostrar um pouco do que é um processo de lavagem industrial de Jeans e todas as técnicas atuais empregadas neste processo. A Dinâmica é uma das três maiores lavanderias do País com uma produção, de mais de 10.000 peças/dia. Literalmente no chão da fábrica fizemos entrevista com a coordenadora de estilo da Ellus e Second Floor / Jeans (um exemplo de como se desenvolve uma coleção em parceria com um fornecedor) e com o diretor técnico da lavanderia.

Vanessa Ferraz, em contribuição para a Comunidade Moda, nos passou a definição de todas as técnicas, hoje empregadas, na lavanderia.

–Colaboração: Vanessa Ferraz

Processos de Lavagem

• Advanced Color: Processo rápido e econômico em baixa temperatura à 60ºC que, caracteriza-se pela utilização de um produto catiônico (Interactive) específico para o pré-tratamento da fibra celusósica antes do tingimento.

A fase tintorial é feita com os corantes reativos de alta geração selecionados para este processo à 60ºC, conforme procedimento em nosso catálogo de cores.

• Bigodes Tridimensionais: Efeito que simula as marcas do tempo nas regiões das roupas que sofrem maior desgaste (parte da frente da calça na altura do cavalo). A mesma técnica tem sido aplicada também em peças 100% algodão, como as camisetas. Podem ser feitos vários tipos de bigodes tridimensionais, como: Bigode com grampo. Bigode na prensa e Bigode Natural

• Biofomo: Processo Biomofo específico para sobretingir por esgotamento as peças confeccionadas, criando um visual “mofado” nos pontos em baixo relevo sobre o jeans tais como: cós, passante, costuras laterais, parte externa da braguilha, bolsos e barras.

• Black Desbotado: Este é o principal tipo de lavagem. O jeans black fica totalmente desbotado e com aspecto Vintage (envelhecido).

• Clareamento | Bleaching: Técnica que usa permanganato de sódio ou outro descolorante químico, como o cloro para clarear a peça.

Corrosão: Processo utilizando permanganato, aplicado na peça com giz. É passado nas costuras, bolsos e detalhes, dando um efeito mais claro na peça.

• Craquelado: Efeito obtido com o uso de pinos e prensa térmica em algumas partes da peça beneficiada, como na parte de trás da barra da calça, próximo dos bolsos e na altura das coxas.

• Deep Blue | Black on Blue: Baseado na técnica doublé-dyed denim. No processo, o fio de urdume é tinto em azul e depois sobretinto em preto ou azul, de modo que com uso e as sucessivas lavagens o azul que está embaixo começa a ser revelado. O mesmo efeito pode ser obtido na lavanderia com a peça já pronta confeccionada em denin azul e depois sobretinta em preto ou outra cor definida pelo estilista.

• Délavé ou Bleached: Processo curto de tingimento, muito usado na preparação de chambray e denim leve que resulta um tecido com tonalidade bem clara de azul.

• Destroyed: Destruído. Lavagem parecida com a estonagem combinada com alvejamento. Nesse processo é empregada uma quantidade maior de enzimas que chegam a corroer a fibra, deixando a peça com aspecto de surrada. Áreas nas quais o atrito é maior, como a barra e o cós, ficam puídas.

• Dirty Blue: 1 – Pode ser feito durante o processo de fabricação do tecido, quando o fio do urdume recebe dois tipos de corantes (o fio é tinto de uma cor e depois sobretinto de outra). 2 – O efeito dirty pode ser conseguido durante o processo de beneficiamento da peça já pronta na lavanderia. Nesse caso, a roupa recebe um tingimento rápido com a cor escolhida pelo estilista e, em seguida, é submetida a uma lavagem para eliminar o excesso do corante aplicado. Com isso, o fio da trama acaba absorvendo parte do corante, criando o efeito dirty (do inglês, sujo).

• Dusty Wash: lavagem realizada em tecido estonado que recebe corantes acinzentados. Indicado para peças prontas.

• Ecolzol: Tingimento e amaciamento simultâneos. Ecolzol são corantes únicos, dispensando os auxiliares do processo de tingimento, indicados em processo rápido para sobretingimento por esgotamento do Jeans e do PT em peças confeccionadas.

• Estonagem ou Stonewash: Técnicas usadas para acelerar o desbotamento ou clareamento do jeans. Apesar do termo stone (do inglês, pedra), o processo pode ser realizado usando diferentes materiais. Apenas com pedra ou só com enzimas ou com a mistura dos dois. A intensidade do desgaste depende do tamanho da máquina lavadora, do número de pedras usado para o atrito, da quantidade de enzimas, entre outras variáveis. Lavagens como essa demoram, em média, uma hora. O aspecto desgastado ou de usado fica mais intenso nas regiões de costura, bolsos, vistas, cós. Pode ser aplicada também em peças tingidas ou estampadas. No Brasil, a pedra mais usada para tratamento é a cinasita.

• Fix-Pin: Técnica que consiste em prender pinos de plástico em partes previamente escolhidas pelo estilista ou laundry design, para depois submetê-las a uma lavagem com atrito. No final, os pinos são soltos revelando rugas acentuadas e nuancias no tecido. Nas camisetas, com o tempo e as lavagens caseiras o efeito vai desaparecendo.

• Fire Wash: lavagem realizada em jeans escuro (índigo ou black) com corantes vermelhos que produzem tons próximos aos do fogo ou aos de terras barrentas. Efeito é melhor obtido em peças confeccionadas.

• Gold Wash: lavagem realizada em jeans que tenha uma base estonada média com sobretinta em tom cáqui, dando efeito de envelhecimento. Indicado para peças confeccionadas.

• Jato com Areia: Técnica de corrosão localizada usando jatos de areia aplicados com revólveres especiais. Já foi mais empregada. Tem sido substituída por processos menos agressivos à saúde do operador. O uso desse processo exige instalação de poderosos sistemas de exaustão e ventilação. Atualmente não é mais usado a areia, e sim o dióxido de alumínio, para proteger a saúde dos operadores, evitando o câncer.

• Jato de Permanganato ou Permanganato de Potássio: Técnica de corrosão aplicada com pistola industrial para clareamento localizado das peças. Em alguns casos, as áreas a serem desbotadas são antes lixadas para melhor definir as zonas de desbote.

• Laser: Técnica usada para marcar as peças usando raios de laser, que queima o corante do tecido. A aplicação é feita por equipamentos computadorizados, também conhecidos como robôs de aplicação. Como se trata de alta tecnologia, os equipamentos ainda são considerados caros e nem todos beneficiadores contam com demanda que justifique o investimento.

• Light Used: lavagem realizada em alvejantes químicos de alta densidade, provocando efeitos de desgaste e envelhecimento em jeans claros.

• Lixado: Método de abrasão manual ou mecânica. Desgasta a peça de jeans ao mesmo tempo em que amacia. O processo também pode ser feito por máquinas, garantindo a reprodutibilidade dos efeitos.

• Marmorizado: Processo de envelhecimento para índigo, sarja, malha 100% algodão e malharia retilínea. – Consiste na oxidação da peça usando pedras cinasitas, tampinhas de metal de garrafas, rolhas ou outros materiais associados a descolorantes químicos, como cloro ou permanganato. O efeito pode ser marcadamente branco ou envelhecimento uniforme com desbote um pouco mais acentuado na área próxima às costuras.

• Médium Distressed: lavagem realizada em jeans escuro com amaciamento prévio, sendo que o tecido é lixado depois manualmente.

• Mud Wash: lavagem realizada em jeans azul ou preto escuro com sobretinta verde, muitas vezes produzindo efeito de camuflado.

• Overdyeing: Processo de sobretingimento. Vale tanto para o fio como para a peça pronta.

• Paint color: É um tipo de pigmento. A peça é colocada em uma esteira onde são respingadas tintas coloridas. As cores mais utilizadas são branco e preto.

• Peletizado: Processo mecânico de lixamento, que torna o tecido macio ao toque. Referência à pele de pêssego.

• Pigmentos: Normalmente é um dos últimos processos que a peça passa, com uma pistola são aplicados pigmentos à peça que simulam cores de sujeira, como barro, poeira, encardido, entre outros, dando a peça uma cara de envelhecida.

• Pipoca: É uma máquina que possui diversas agulhas onde a peça é prensada e essas agulhas puxam o fio do jeans.

• Pré-Washed: lavagem realizada com a finalidade de amaciar o tecido, por meio de enzimas amaciantes ou silicone. Sem acabar com a solidez do índigo, esta lavagem torna o produto agradável no toque e uso. Não muda o tom do tecido.

• Puído: Desgastar a peça em lugares como barras, parte de cima dos bolsos, pernas, dando o efeito de desfiado, rasgado, utilizando pedras e rebolos em maquina de alta rotação (retifica).

• Raw (bruto): Aspecto de bruto, puro ou “no-washed” (não lavado). Este look aparece ainda mais evidenciado com efeitos amassados, dando um aspecto amarrotado à peça.

• Remendo: Com uma cola específica é passada no remendo, que pode ser um jeans ou uma malha, o remendo é colocado no lugar escolhido da peça (que pode ser na barra, no meio da perna, em baixo do puído) e é prensado em uma maquina.

• Resina: É utilizada para “segurar” o azul do jeans ( mantém o jeans escuro). E também para “segurar” o efeito craquelado e bigodes tridimensionais.

• Scrunch: A peça é colocada uma a uma em uma rede, por uma máquina a vácuo. Após esse processo as peças vão para as máquinas onde podem ser estonadas ou tingidas. Por estarem em redes a estonagem ou tingimento pegará apenas em algumas partes da peça, dando um aspecto de manchas e marcações.

• Second Hand: lavagem realizada com pedras que proporcionam aspecto de roupa usada na peça, como se fosse de brechó.

• Snow Wash: lavagem realizada com respingos aleatórios de material químico corrosivo, que embranquece a peça pronta em determinados lugares como se fossem flocos de neve.

• Soft Rigid: lavagem realizada em tecido virgem, visando um leve amaciamento.

• Sulphur Ecoldye: É um método rápido de tingimento sulfuroso cationizado sobre peças confeccionadas em PT e Jeans; podendo se criar diversos efeitos diferenciados após tingimento tais como: corrosão, puídos, marmorização, bigodes resinados, pigmentados etc.

• Super Stone: Técnicas usadas para fazer a marcação do tecido, não agredindo a fibra. O processo é realizado com a mistura de pedra e enzima.A intensidade do desgaste depende do tamanho da máquina lavadora, do número de pedras usado para o atrito, da quantidade de enzimas, entre outras variáveis. O aspecto desgastado ou de usado fica mais intenso nas regiões de costura, bolsos, vistas, cós. Pode ser aplicada também em peças tingidas ou estampadas

• Super Claras e Ice: Lavagens agressivas com sujinhos nos tons cru e areia (aspecto empoeirado) e também lavagens que dão efeitos descoloridos e alvejados, que vieram para atender a necessidade de tons mais fáceis de manter, substituindo os tons brancos do verão, que exigem muitos cuidados. Dentre os processos, encontramos: alvejamentos mais fortes e redutores.

• Super Stonewash: Processo de lavagem que pode levar mais de seis horas, dependendo do efeito que o estilista pretende dar à peça. O efeito de envelhecimento é mais acentuado nas costuras e nos bolsos.

• Tie-Dye: Técnica de branqueamento ou tingimento aplicada ao tecido ou à peça já pronta. A peça ou o tecido são torcidos e mergulhados em corante, de forma que ao ser aberto terá aparência de manchado. Visual muito usado entre os anos 60 e 70, que voltou à moda a partir de 2000.

• Ultra hiper: Técnica usada para fazer o clareamento da peça usando um redutor mais soda. Deixa a peça num tom claro e acizentado.

• Used: Como o termo em inglês indica, tipo de beneficiamento que deixa o tecido ou a peça pronta com aspecto de muito usado. Para obter esse efeito, é usado jato de permanganato, de areia, alumínio, entre outras substâncias.

• Vintage: Tratamento à base de enzimas, com ou sem branqueamento. O efeito é de uma roupa antiga, daquelas compradas em brechó.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Moda Crepúsculo pra cair na balada

O mundo está com os olhos e ouvidos voltados para a estréia do fenômeno pop Eclipse, terceiro filme da saga Crepúsculo. Todos os canais de comunicação falam sobre a produção, os personagens, os ídolos, as fofocas e o glamour dos red carpets. Inspirada nos looks de Edward, Bella, Victoria, Jacob e Alice, e nas tendências de moda para o inverno, a MM Conteúdo produziu este editorial de moda focado no público jovem que não perde uma boa produção na hora de se jogar na balada. As fotos em anexo são do making of da produção.

Com styling de Mauren Motta e produção de Fergs Heinzelmann, o editorial tem inspiração no visual Eclipse e sua forte influência romântico-gótica. Além disso, as tendências da temporada outono-inverno presentes nas rendas sensuais, no xadrez, sobreposições, nas peles sintéticas e nos metais de acessórios como bolsas e sapatos são as estrelas nas produções. Ricardo Lage é o fotógrafo do casting vampiresco que traz modelos parecidos com os atores do filme.

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